História do Verdão

Ídolos do Verdão: os nomes que eternizaram a camisa do Goiás

De Fernandão a Túlio Maravilha, passando por Dimba, Mauro Machado e Paulo Nunes: uma viagem pela história dos maiores ídolos que fizeram a torcida esmeraldina cantar.

Por Redação Folha Esmeraldina · 8 de setembro de 2026 · 2 min de leitura

Ídolos do Verdão: os nomes que eternizaram a camisa do Goiás

Todo clube grande tem sua galeria de ídolos — aqueles nomes que a torcida cita sem precisar pensar, como quem fala de família. No Goiás, essa galeria é vasta, espalhada por décadas de conquistas, viradas e tardes mágicas na Serrinha e no Olímpico. Relembrar esses craques é mais do que nostalgia: é entender por que o verde e branco significam tanto para tanta gente.

É impossível começar sem falar de Fernandão. O centroavante, formado na base esmeraldina, virou símbolo de identificação com o clube: raça, gols e liderança dentro e fora de campo. Artilheiro e capitão, carregou o time nos anos 2000, marcou época com seus gols de cabeça e deixou o clube para brilhar no futebol internacional — sem jamais ser esquecido pela torcida que o viu nascer. Sua morte precoce, em 2014, transformou a idolatria em homenagem permanente.

Antes dele, houve Dimba. O atacante foi o rosto do Goiás campeão da Série B de 1999 e um dos maiores artilheiros da história do clube. Veloz, oportunista e dono de uma comemoração que a torcida imitava nos campinhos de Goiânia, Dimba representava o Goiás guerreiro que enfrentava gigantes sem pedir licença.

E como não lembrar de Túlio Maravilha? O artilheiro de mil gols passou pelo Verdão e, mesmo em fases diferentes da carreira, deixou gols e a certeza de que camisa pesada atrai jogador grande. Ao lado dele na memória esmeraldina estão nomes como Paulo Nunes, cuja velocidade pelos lados aterrorizava defesas, e Renan, o goleiro símbolo de uma geração vitoriosa.

Mauro Machado é outro capítulo à parte. Lateral direito de classe rara, ele vestiu a camisa esmeraldina nos anos 80 e foi peça fundamental das conquistas estaduais da era de ouro, quando o Goiás dominava o futebol goiano e sonhava alto no cenário nacional. Quem viu, jura: cruzamento dele era meio gol.

A lista segue com Wallace, Petkovic — que teve passagem marcante pelo clube —, e tantos outros que, em períodos distintos, fizeram a arquibancada esmeraldina tremer. Há os ídolos de uma década inteira e os ídolos de uma tarde só: o autor de um gol em final, o goleiro de um pênalti defendido, o zagueiro de uma partida imortal.

Lembrar esses nomes não é viver de passado. É medir o tamanho do clube. O Goiás que hoje briga na Série B carrega nas costas a história construída por Fernandão, Dimba, Mauro Machado, Renan, Túlio e companhia — e é essa história que faz cada torcedor acreditar que dias maiores sempre podem voltar. Afinal, quem já teve tantos heróis sabe reconhecer quando um novo está nascendo.

Matéria baseada em informações de Site oficial do Goiás.

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